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Usar a triagem no dia a dia

Revisto em 28/08/2026

A triagem chega como conversa: a IA lê as publicações pendentes do tecnoJURIS, separa o que é rotina do que merece atenção individual, e apresenta cada decisão como um cartão que só grava quando alguém clica.

A fila

Duas filas, não três. As publicações de rotina chegam agrupadas num cartão de lote, para leitura e confirmação em sequência. As que merecem atenção individual vêm uma a uma na conversa. Não existe fila de descarte: a validação contra publicações reais mostrou que o escritório quase nunca descarta — o que não abre prazo vira andamento no histórico.

Confira o teor antes de confirmar. Cada linha do lote abre o texto integral da publicação ali mesmo. O resumo é da IA; o teor é a prova.

Tirar do lote. O × na linha manda aquela publicação para a fila de uma em uma, com as ferramentas do cartão individual. A escolha fica registrada: ela não volta ao lote na próxima leitura.

Uma decisão por vez, gravada na hora. Não existe "salvar sem confirmar". Confirmar grava no tecnoJURIS imediatamente e a fila anda; a faixa de confirmação diz exatamente o que entrou — o andamento, quantos prazos, e em qual processo.

Publicação tratada por fora. Se alguém resolveu no tecnoJURIS enquanto ela estava na fila, o tecnoPILOT reconhece e avisa, em vez de gravar de novo. Nesse caso o cartão não avança sozinho: você lê o aviso antes.

Mais de um prazo na mesma publicação

Um ato decisório abre mais de uma janela ao mesmo tempo — os embargos de declaração correm junto com o recurso, e quem anota só o prazo mais longo perde o curto em silêncio.

Quando os eventos estão cadastrados, os dois já vêm propostos, o mais curto primeiro. O botão + prazo acrescenta outros à mão, e o + andamento faz o mesmo para o histórico.

O que o tecnoPILOT nunca faz

Vale conhecer: as recusas abaixo são garantias do sistema, não preferências. Nenhuma instrução escrita as altera.

  • Não grava nada sem clique humano. Toda escrita no tecnoJURIS nasce de um botão que alguém apertou.
  • Não inventa evento. Só propõe nomes que existem no cadastro da conta.
  • Não calcula data. Quem calcula é o tecnoJURIS, com o calendário de feriados da comarca.
  • Não converte horas em dias. "No prazo de 48 horas" não vira 48 dias: a contagem automática é descartada e o cartão pede a data, porque a alternativa seria um prazo vencendo seis semanas depois da janela real.
  • Não esconde o que não sabe. Contagem suposta aparece marcada, prazo sem data aparece como "sem data — você preenche", e evento que faltou vira aviso.

Perguntar sobre o processo

O cartão traz o teor da publicação, e não o histórico do processo. Isso é deliberado: em vez de uma aba com dados para procurar, você pergunta no mesmo campo da conversa — "esse processo já teve perícia?", "quem é o responsável?" — e a IA lê o processo e responde ali, sem perder o lugar na fila.